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Corte sem justificativa e clima de perseguição: Demissão de funcionária com 23 anos de serviço expõe tensões no Hospital Cristo Redentor

por Portal Sudoeste em foco
Corte sem justificativa e clima de perseguição: Demissão de funcionária com 23 anos de serviço expõe tensões no Hospital Cristo Redentor

Corte sem justificativa e clima de perseguição: Demissão de funcionária com 23 anos de serviço expõe tensões no Hospital Cristo Redentor
A demissão da funcionária Alane Silva, desligada nesta quarta-feira após 23 anos de serviços prestados ao Hospital Cristo Redentor (HCR), unidade gerida pela Fundação José Silveira, acendeu o alerta sobre os critérios adotados nas recentes movimentações de pessoal da instituição. O desligamento ocorreu sem aviso prévio ou justificativa formal, gerando forte comoção e indignação entre colegas de trabalho e membros da comunidade local.
Segundo relatos de bastidores, a demissão de Alane faz parte de uma onda de desligamentos que vem sendo chamada internamente de “tesouraço”. As denúncias apontam que as dispensas teriam motivação política, atingindo prioritariamente trabalhadores que manifestaram apoio, durante o primeiro turno das eleições, aos candidatos alinhados ao atual prefeito Eduardo Hagge.
Trabalhadores e fontes ligadas à unidade de saúde afirmam que o clima no hospital é de incerteza e ingerência externa. De acordo com essas informações, aliados do grupo do ex-prefeito Rodrigo Hagge continuariam exercendo forte influência na gestão interna da instituição, ditando diretrizes e decisões administrativas.
Outro ponto grave levantado por fontes internas diz respeito à existência de supostos funcionários “fantasmas” na folha do hospital. As denúncias indicam que haveria colaboradores contratados para cumprir jornadas de 44 horas semanais que sequer registram a frequência no ponto eletrônico ou comparecem ao local de trabalho.
Até o momento, a direção do Hospital Cristo Redentor e a Fundação José Silveira não se pronunciaram publicamente sobre o desligamento da servidora Alane Silva nem sobre as alegações de perseguição política e irregularidades no controle de ponto da unidade.

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