O clima é de tensão máxima entre o funcionalismo público e a administração municipal. Nesta quinta-feira (30), os servidores públicos se reúnem em assembleia na Câmara de Vereadores para uma decisão através de Assembleia, com a finalidade de aceitar a oferta do prefeito Eduardo Hagge ou dar o primeiro passo para uma greve geral.
O impasse dos números
A categoria chega à mesa de negociações com um abismo entre o que é oferecido pelo Executivo e o que foi pleiteado pelo Sinditatiba. Enquanto o prefeito Eduardo Hagge propõe um reajuste linear de 4,26% para 2025, o sindicato trabalha com duas frentes que buscam um ganho real de 5,53%.
Ameaça de Paralisação
A assembleia não é apenas consultiva, mas decisória. Caso a proposta de 4,26% do governo municipal seja rejeitada e as contrapropostas do sindicato não encontrem eco na prefeitura, o indicativo de greve deve ser votado imediatamente.
“A categoria entende que o valor proposto pelo Executivo não cobre as perdas e as necessidades reais dos servidores. Amanhã, o destino do serviço público de Itapetinga estará nas mãos da assembleia”, afirma o movimento sindical.
Se o martelo não for batido de forma favorável aos trabalhadores, a cidade poderá enfrentar uma paralisação nos serviços essenciais, colocando a gestão de Eduardo Hagge sob forte pressão popular e política logo no início do ciclo de 2025.
A reunião na Câmara de Vereadores promete ser uma das mais acaloradas dos últimos tempos. Resta saber quem dará o braço a torcer.

