Home BahiaAbandono e Risco: Reforma do Posto Guilherme Dias Supera em um Ano o Prazo de Entrega em Itapetinga.

Abandono e Risco: Reforma do Posto Guilherme Dias Supera em um Ano o Prazo de Entrega em Itapetinga.

por Portal Sudoeste em foco
Abandono e Risco: Reforma do Posto Guilherme Dias Supera em um Ano o Prazo de Entrega em Itapetinga.

Abandono e Risco: Reforma do Posto Guilherme Dias Supera em um Ano o Prazo de Entrega em Itapetinga
​Prometida para durar apenas 90 dias, a obra de um dos principais centros de saúde do município virou símbolo de descaso; servidores denunciam cupins no teto e risco iminente de desabamento.
​ITAPETINGA – O que deveria ser um avanço para a saúde pública do bairro Camacan tornou-se um transtorno prolongado e perigoso. A placa oficial instalada pela Prefeitura Municipal de Itapetinga no Posto de Coleta Guilherme Dias é clara: o início dos trabalhos foi em 15 de abril de 2025, com um prazo de conclusão de apenas três meses. No entanto, mais de um ano se passou e a unidade permanece de portas fechadas, deixando a comunidade desamparada.
​A obra, orçada em R$ 57.729,11 e sob responsabilidade da D.M.O Construtora, parece ter estagnado no tempo. Enquanto a fachada ostenta as cores da gestão, o interior do prédio esconde um cenário de deterioração que coloca em xeque não apenas o cronograma, mas a segurança estrutural do imóvel.
​Denúncias de Insalubridade e Perigo
​Relatos de servidores municipais, que optaram pelo anonimato por receio de retaliações, pintam um quadro alarmante do que ocorre por trás dos tapumes. Segundo as denúncias, a estrutura interna está em estado precário.
​”O teto está tomado por cupins. A situação é tão grave que há um risco real de desabamento em alguns setores. É um descaso com o dinheiro público e com os profissionais que esperam para voltar a trabalhar”, afirmou um dos funcionários.
​Impacto na Comunidade
​A demora na entrega do Centro de Saúde Guilherme Dias sobrecarrega outras unidades do município e obriga moradores a percorrerem distâncias maiores em busca de atendimento básico e coleta de exames. O contraste é gritante: de um lado, a propaganda institucional de uma reforma “rápida”; do outro, o lixo acumulado na porta e o silêncio do canteiro de obras.

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