Home ItapetingaPrefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge, classifica desempenho eleitoral de ex-prefeito Rodrigo como fraco e aponta “narrativa furada”

Prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge, classifica desempenho eleitoral de ex-prefeito Rodrigo como fraco e aponta “narrativa furada”

por Portal Sudoeste em foco
Prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge, classifica desempenho eleitoral de ex-prefeito Rodrigo como fraco e aponta “narrativa furada”

Prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge, classifica desempenho eleitoral de ex-prefeito Rodrigo como fraco e aponta “narrativa furada”
Em entrevista, o prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge, não poupou críticas ao analisar o desempenho nas urnas do ex-prefeito do município, Rodrigo. Questionado sobre o assunto, Hagge minimizou os resultados do adversário, apontando que sua atuação política recente é cheia de contradições. 
Hagge destacou que o ex-prefeito, que governou a cidade por oito anos, mudou de partido e de alianças políticas após o fim de seu mandato. Segundo o atual gestor, Rodrigo contou com um suporte financeiro considerável, que teria sido facilitado por sua proximidade com a gestão da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos. 
Apesar dessa estrutura, Eduardo Hagge avaliou como “fraca” a votação obtida por Rodrigo, que ficou em torno de 3.900 votos. Para ilustrar seu ponto, o prefeito comparou esse número com o de candidatas “de fora”, como a deputada Raíssa, que conseguiram cerca de 2.000 votos na cidade sem ao menos fazer campanha presencial no local. 
A análise de Hagge se estendeu também aos apoios de Rodrigo para a câmara federal. O atual prefeito sugeriu que o ex-gestor tentou “pongar” (pegar carona) nos votos de figuras como Antônio Brito ou Roberta Roma, e criticou o aparelhamento político do Hospital Cristo Redentor por parte do grupo de Rodrigo. 
Para Eduardo Hagge, a tentativa de projetar Rodrigo como uma grande liderança não passa de uma ilusão. “É uma narrativa furada”, declarou, concluindo que o ex-prefeito tenta usar o apoio de outros deputados para transmitir “uma força que não existe e nunca existiu”.

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