Esvaziamento e Estratégia: O “Banho” de Tiquinho e o Xadrez pela Presidência da Câmara
A recepção ao deputado federal Netto Carletto em Itapetinga deixou um rastro de interrogações no cenário político local. O grupo liderado pelo vereador Tiquinho, que teoricamente daria sustentação à pré-candidatura do parlamentar, brilhou pela ausência, configurando o que muitos chamaram de um verdadeiro “banho” ou “falta coletiva”.
Manobra Política ou Desprestígio?
Nos bastidores, a ausência de Tiquinho e seus aliados é vista menos como um descuido e mais como um movimento calculado. As especulações sugerem que o vereador pode estar recalibrando sua rota para afagar Eduardo Hagge. O objetivo seria sinalizar um eventual apoio à pré-candidatura de Jayme Vieira Lima Filho.
O Preço do Apoio
O “pulo do gato” dessa movimentação estaria na ambição pessoal de Tiquinho: a tão sonhada Presidência da Câmara de Vereadores. Ao se distanciar de Carletto e buscar novos alinhamentos com o grupo do prefeito, o vereador estaria colocando suas fichas em uma moeda de troca valiosa para garantir o comando do Legislativo Municipal.
Resta saber se a estratégia de “faltar” ao compromisso com Carletto trará os dividendos esperados ou se o isolamento político será o preço a pagar por tentar jogar em tantos tabuleiros simultaneamente.
O jogo de xadrez começou. Quem sacrifica o aliado para ganhar a torre? ♟️
Itapetinga #PolíticaBaiana #CâmaraDeVereadores #BastidoresPolíticos #Eleições2026
https://www.instagram.com/p/DX5pJj3jBd5/?igsh=MXdsZGZyYXllMnIxdA==

