Home Política”Desistiu da própria promessa”, ironiza Sandro Régis após Jerônimo retirar extensão do metrô do programa de governo

”Desistiu da própria promessa”, ironiza Sandro Régis após Jerônimo retirar extensão do metrô do programa de governo

por Portal Sudoeste em foco
”Desistiu da própria promessa”, ironiza Sandro Régis após Jerônimo retirar extensão do metrô do programa de governo

”Desistiu da própria promessa”, ironiza Sandro Régis após Jerônimo retirar extensão do metrô do programa de governo

O deputado estadual Sandro Régis (União Brasil) criticou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) por retirar do plano de governo de 2026 as extensões do metrô até Lauro de Freitas e a Barra, promessas que foram apresentadas pelo próprio petista na eleição de 2022.

“É uma ironia pronta, o metrô leva o nome de Lauro de Freitas, mas nunca chegou a Lauro, uma cidade que sofre diariamente com o trânsito e com uma Estrada do Coco saturada. Jerônimo prometeu uma solução, passou quatro anos no governo não cumpriu e agora desistiu da própria promessa”, afirmou.

No início deste ano, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano informou que não havia estudos em andamento para levar a Linha 2 até o centro de Lauro de Freitas. Posteriormente, um plano de mobilidade passou a considerar um VLT entre o Terminal Aeroporto e o Terminal Portão como alternativa.

Na direção da Barra, a promessa também foi reduzida. Em 2022, Jerônimo se comprometeu a avançar com estudos e projetos para levar o metrô pelo Campo Grande e pela Graça até o bairro. Em 2026, apenas o trecho Lapa–Campo Grande aparece como avanço concreto.

“Estamos falando da Barra, um dos principais cartões-postais de Salvador, que continua sem metrô. O governo agora comemora pouco mais de um quilômetro até o Campo Grande como se tivesse cumprido a promessa inteira. Não cumpriu”, reiterou Régis.

As obras do Tramo IV da Linha 1 não contemplam a continuidade até a Barra. A expansão até o bairro já havia sido prevista na PPP do metrô e voltou a ser anunciada por Rui Costa em 2019 antes de reaparecer no plano de Jerônimo em 2022.

“Se o governo desistiu dessas expansões, precisa dizer claramente. O que não pode é prometer em uma eleição, não cumprir e, quatro anos depois, apagar a promessa como se ninguém fosse lembrar”, concluiu Sandro Régis.

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