O CLIMA ESQUENTOU: Tarugão detona suposta moção de repúdio da vereadora Sibele de Rosemberg(PT) contra Agente Territorial Erotildes Neto.
A Câmara de Vereadores transformou-se em um verdadeiro campo de batalha ideológica durante a última Sessão Ordinária (12/05/2026). O vereador Tarugão (MDB) não poupou palavras ao rebater a iniciativa da vereadora Sibele de Rosemberg, que propôs uma moção de repúdio contra o jovem Erotildes Neto, Agente Territorial de Economia Solidária.
O Estopim da Crise
A polêmica começou quando Erotildes Neto usou a tribuna para criticar duramente a manutenção do veto do prefeito Eduardo Hagge ao Projeto de Lei nº 015/2026. O jovem, vinculado ao programa federal Paul Singer, expressou sua “profunda decepção” com a gestão municipal, o que gerou a reação imediata da bancada de oposição, liderada por Sibele, que buscou punir o discurso do jovem via moção.
Tarugão “Sobe o Tom”
Conhecido por seu estilo contundente, Tarugão partiu para o ataque em defesa do jovem Erotildes e contra a postura da colega. Em sua fala, o vereador do MDB sugeriu que a tentativa de silenciar ou repudiar críticas é um ato de “desespero político”.
”Não adianta querer amordaçar quem pensa diferente ou usar moções para fazer política baixa.
Pontos de Polêmica na Sessão:
Veto ao PL 015/2026: Vereadeadores da situação ligados ao prefeito preserva as contas públicas, enquanto a oposição e movimentos sociais veem o ato como um golpe na economia solidária local.
Liberdade de Expressão vs. Quebra de Decoro: Enquanto Sibele argumentou que as falas de Erotildes foram desrespeitosas à instituição, Tarugão classificou a moção de repúdio como uma tentativa de perseguição política a um cidadão.
Polarização: O embate refletiu a divisão clara na casa entre o grupo liderado por Hagge e a ala ligada ao governo federal e movimentos populares.
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